domingo, 7 de agosto de 2011

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Quanto mais me dizias que gostavas de mim, menos eu acreditava.
Sabes, o amor não se diz, dá-se.
E quanto menos eu sentia, mais tu tentavas convencer-te com as tuas palavras. Procuraste em mim o reflexo daquilo que podias um dia querer e eu tentei sempre ser mais do que um desejo adiado.
Sabes, o amor não é coisa que se deseje, é coisa que se sente.
Mostraste-me vezes demais que a tua vida era o teu caminho e eu não fazia parte dele por mais do que um breve momento. Que ainda tinhas que crescer para saber.
Mas, sabes, o amor não se ensina, e eu aprendi isso contigo.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Lembro-me como se fosse ontem, consigo quase senti-lo outra vez. O coração começou a apertar muito, muito mais, de tal forma que começou a perder pedaços de si, pedaços esses que eu fui apanhando como pude, entre lágrimas e soluços e dores lancinantes na alma. Durante muito tempo disseram-me os olhos tristes. Durante o mesmo tempo fui verdadeiramente triste.
Foste o meu primeiro desencantamento. Foste o meu primeiro Amor, aquele que deixou saudade e mazela. Chegou a deixar mágoa, mas essa já lá vai. Percebi que o amor era mais forte quando desejei que fosses feliz. Espero mesmo que sejas feliz. Acredito que sim.
“I was born with an enormous need for affection, and a terrible need to give it”
Audrey Hepburn